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  As palavras têm "mana

Na língua havaiana, ALOHA significa muito mais do que um "alô", um "adeus" ou "amor". Seu significado maior é: compartilhar (alo) com alegria (oha) da energia da vida (ha) no presente (alo). Ao compartilharem essa energia, vocês se tornarão conectados ao Poder Divino que os havaianos chamam de mana. E o uso amoroso deste poder incrível é o segredo para se obter saúde, felicidade, prosperidade e sucesso verdadeiros

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O princípio básico da Psicofilosofia Huna é não ferir, isto é, não causar sofrimento a si mesmo, aos outros e à natureza.

Aloha - Bênção; em todas nossas intenções, atitudes e ações, se conseguirmos reforçar o bem presente ou potencial, quer pela palavra, imagem ou ação, poderemos sentir a bondade, enxergar a beleza e apreciar a perícia com que se age. Assim, estaremos abençoando. O xamã age de maneira diferente porque é capaz de abençoar o bem potencial através de desejos de sucesso às pessoas a quem se dirige

Existe uma energia que chamamos de “mana” que é o elemento de coesão entre os três, tendo cada um sua própria mana. O corpo é uma imagem manifestada dessa coesão por meio de uma substância, a substância aka

Mahalo nui loa.[mah hah' loh noo'(w)ee loh'(w)ah] Muito Obrigada(o)

No imaginário havaiano, palavras têm "mana" [pronunciado: mah' nah], significando poder espiritual ou divino. E aloha e mahalo estão entre as palavras mais sagradas e poderosas. Diga-as freqüentemente, pois elas podem transformar a sua vida e torná-la mais próspera.

Compartilhar (alo) com alegria (oha) da energia da vida (ha) no presente (alo)
 

he reo rakatira manawa ke ko etahi whanaunga enei kia whakaata ki a koutou, te kore koe e mohio te kaha te hohonu o a matou nei hianga ki te ako te reo na i konei na he tauria kore e koe te matu o te tino rangatira-ariki-tanga o te rohe o te waipounamu nei, oh well chur cool awesome performance yu fella's.

Sebastião de Melo

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Essa bênção conduz à sabedoria que faz do ser humano um verdadeiro xamã, o tecelão de sonhos que compartilha os seus sonhos por não haver mais dúvidas em suas ações. É a visão que buscamos, mesmo sendo ela inconsciente, por termos como companheiro um unihipili muito carregado de memórias adquiridas com o uso dos desafios e sem a dinâmica dos talentos. Até crescermos e iniciar nossa evolução procuremos a harmonia entre uhane e unihipili para um dia sabermos que se dois viverem na mesma casa em paz e harmonia, dirão a esse monte: sai daqui!!! e ele sairá (Evangelho Segundo Tomé)

Para adquirirmos condições de compartilhar no nível espiritual em que agimos, teremos de aceitar o caminho que estamos trilhando e perceber que não há saltos para o início da evolução espiritual; a meta da caminhada no ciclo de vida e morte sempre esteve nos esperando como crianças de Tane em seu regresso ao Seu seio, ao Seu reino de onde saímos e para onde voltaremos como ser trino, imagem e semelhança de Deus, no gozo do eterno compartilhar

Nossa principal função na vida é trabalhar esses desafios e crescer para conseguirmos um entendimento das coisas e chegar à compreensão de que podemos aliviar nossa ignorância clareando nossos caminhos, até atingirmos uma condição de ter uma visão que nos conduza às mudanças constantes do Ike. Assim, a dinâmica de nossa vida passa a ter um novo elemento que desafia os desafios por ser atributo real de desenvolvimento e crescimento. A necessidade de multiplicar os bens adquiridos toma um novo sentido que envolve o social. O sentido religioso passa a ser importante mesmo que não seja compreendido e tenha uma razão diferente do verdadeiro religare, mas a benemerência passa a fazer parte dos valores. Essa divisão está ligada ao que adquiriu somando, subtraindo e multiplicando; o apego às posses ainda é fator preponderante nas ações.

Presença; sendo o presente o nosso tempo, o aqui/agora e o agora/aqui são situações das quais tiramos todo proveito para nosso entendimento e compreensão e quanto mais atentos estivermos, mais presentes nos faremos e mais frutos colheremos de nossas ações

A psicofilosofia Huna, apesar de pouco conhecida, é um desses tesouros que fica no anonimato esperando que surja sua vez para que possa desenvolver e dar os frutos de que é capaz. Sua história é longa e cremos ter iniciado no desaparecido Continente de Mu, que existiu onde está hoje o Oceano Pacífico, vítima de cataclismos acontecidos há cerca de treze mil e quinhentos anos, época em que submergiu, levando consigo, essa esplendorosa civilização.

Segundo James Churchward, em seu livro “O continente Perdido de Mu”, esse continente possuía cerca de sessenta milhões de habitantes e se espalharam formando colônias nos continentes e paises atuais, desde Myanmá (Birmânia) até os da América do Sul. Os remanescentes desse povo habitaram a Polinésia, ilhas que permaneceram após  o cataclismo.

Nossos estudos baseiam-se no conhecimento dos kahunas (guardiões do conhecimento secreto) havaianos, que por séculos e mesmo milênios transmitiram essa jóia do conhecimento humano oralmente, de pai para filho, mantendo a tradição e a pureza da sabedoria Huna. Sob o ponto de vista filosófico e psicológico, difere muito dos conceitos atuais, não havendo, no entanto, contradições entre os conhecimentos esotéricos, místicos, religiosos e científicos, se nos aprofundarmos bem nas experiências narradas pelos kahunas, desvendando seus sistemas de navegação, medicina, engenharia, religião, mitologia, etc.

Como pode ter passado despercebido tamanho conhecimento diante do desenvolvimento cultural da humanidade? Cremos que os ciclos da história se fazem com o descobrimento de conhecimentos que estão nas memórias coletivas e individuais, que se encarregam de mostrar nas épocas certas o simbolismo dos grandes arquétipos, molas propulsoras do conhecimento e da sabedoria. Como não acreditar nisso, se só agora o homem começou a desvendar as chaves da vida, mapeando o DNA e causando a maior revolução não só no conhecimento cientifico, mas também em todos os setores da vida, englobando o ser humano e  toda a natureza, agora passível de ser desvendada, possibilitando a evolução global da Terra com seu equilíbrio natural.

 Situações novas trazem insegurança pelas transformações dos padrões vigentes sociais e científicos, causando bloqueios e resistências nos senhores do intelecto, donos das verdades por eles criadas e que, no entanto, estão sujeitas a mudanças radicais, como por exemplo, a derrubada do muro de Berlim de maneira pacífica e tranqüila, iniciando um novo ciclo social.

Abençoar algo significa reconhecer ou dar ênfase a uma qualidade, característica ou condição positivas, com a intenção de que aquilo a que se reconhece ou enfatiza venha a crescer, perseverar (persistir) ou vir a ser

O mesmo está acontecendo em torno do que começa a surgir com as descobertas no DNA e no desenvolvimento da informática; essa polêmica situação revolucionará toda a conserva cultural e poderá até criar um certo pânico comandado pelos retrógrados defensores da manutenção dos costumes, na luta que se inicia no novo crescimento e na possível evolução do ser humano para uma condição diferente de tudo que se conhece e se defende atualmente como verdade, desde o valor do sexo na reprodução até o questionamento do trabalho produtivo como fonte de desenvolvimento e valorização do homem, que aos poucos vai sendo substituído pelas maquinas por ele criadas. O que fazer com o tempo? Como ficará o espaço? São perguntas que serão respondidas com outros padrões, num novo pensar, sentir e agir, diferentes dos que atualmente concebemos, tanto no sentido moral, científico ou social, revolucionando os conceitos.

O wau nô me ka mahalo, [oh vau NOH' meh kah mah hah'loh] I am, [yours] eu te respeito .grato
Ka mea i mahalo `ia, Laki [kah meh'(y)ah ee mah hah'loh ee'(y)ah, lah' kee] Voçe é muito estimado
Laki

A Huna em seu conjunto de conhecimentos e experiências poderá contribuir, trazendo tranqüilidade, prudência e coragem para que o homem busque a solução dos mistérios que aos poucos estão sendo desvendados e que nada mais são do que o ignorar a essência e a falta de liberdade para permitir que a mente guiada pelas grandes e simbólicas memórias possa adquirir uma nova dimensão, auxiliada por um Eu Superior que mora dentro de cada ser e de cada coisa da natureza e está a espera dos que têm possibilidades de neles penetrar. Suas características não são as do intelecto que fecha as portas da sabedoria dos grandes mestres, impedindo que ande de mãos dadas, ciência, mística, religião e conhecimentos esotéricos. A Huna em sua simplicidade pode contribuir criando condições internas que favoreçam as mudanças necessárias para o novo entendimento que a humanidade e a natureza estão necessitando.

Focalização; focalizar em sua mente suas intenções, objetivos, metas e propósitos é uma maneira de se conseguir uma revisão permanente de suas motivações, o que lhe dá maior eficiência em suas ações e uma maior capacidade de frustrações. Isso é possível quando se consegue sentir que na focalização existe uma segunda situação, que só é percebida, quando a percepção se torna inconsciente transformando a linguagem de analítica em intuitiva. Nessa fase não há separação: nós somos o todo

Nosso alerta é no sentido de que precisamos nos desarmar mentalmente abandonando as defesas encouraçadas no medo, na insegurança e na culpa trazidas pelos padrões intelectuais e doutrinários  vigentes, estruturados na necessidade da demonstração dos fatos como realidade.

Mudança real é a palavra chave do novo milênio e a Huna muito pode contribuir ajudando-nos a desvendar os mistérios internos, modificando nosso sentir, pensar e agir, dando-nos a liberdade suficiente para penetrarmos nos mistérios dos novos progressos que a humanidade começa a descobrir, e que se houver as mudanças necessárias poderá desfrutar de um mundo maravilhoso, harmônico e equilibrado, dentro das novas condições do novo milênio.

É o novo homem, genial e transmudado, o filho de Deus que passa a habitar seu novo reino de paz e amor. É a redescoberta do Cristo permitindo que os mistérios desapareçam abrindo para a humanidade seu DNA, há tanto tempo escondido na nossa culta e milenar ignorância

JS

O significado da palavra Aloha é uma palavra sagrada que tem poder. Mana o poder superior. Os Sete Principios da Filosofia do Aloha 1)  Ike - O mundo e o que você pensa que ele é - 2) Mana - Todo poder vem de dentro 3) Kala - Não existe limites 4) Makia - Onde sua atenção esta e para lá que vai sua energia - 5) Pono - A eficacia é a medida da verdade 6) Aloha - Amar e estar com - 7) Manawa - Seu momento de poder é agora! Benção e Gratidão - Abençoe tudo aquilo que representa o que você quer

Na conotação sagrada, são indicada pelas raizes destas palavras: Aloha [Alo = presença, frente, face] + [ha= respiração] "a presença (divina) da respiração." Mahalo [Ma = dentro] + [ha = respiração] + [alo = presença, frente, face] "(Você pode) respirar (Divindade)."

A=Ahouni=paciência, que se expressa na perseverância;
L=Lokahi=unidade com a terra expressa harmoniosamente;
O=Olu’Olu=concordância, que se expressa na afabilidade;
H=Há’aha’a=humildade, que se expressa na modéstia e na discrição;
A=Akahai=gentileza, que se expressa na ternura

www.tanaonda.com

Aloha. Aloha, amor, afeto, compaixão, clemência, condolência, piedade, bondade, sentimento, graça, caridade; cumprimentando alguém: saudação, cumprimentos; amando alguém: amante, amou alguém; amado, amoroso, amável, compassivo, caridoso, esteja apaixonado por alguém; demonstrando bondade, clemência, piedade, caridade, afeto; venerar; se lembrar com afeto; cumprimentar, saudar. Saudações: Oi! Adeus! Ai! Aloha `oe! [ah loh' hah oe!]
Você deve estar apaixonado ou bem quisto por alguém! Adeus ou saudações a uma pessoa.
Aloha kâua! [ah loh' hah KAH'oo (w)ah!] Pode ser para uma amizade ou para uma pessoa amada! Saudações para você e para mim! Aloha kâkou! [ah loh' hah KAH' kou!]
O mesmo acima, mas para um grupo de pessoas. Ke aloha nô! [ah loh hah NOH']
Aloha sinceramente! Aloha! [ Ah loh' hah!] Saudações
Mahalo. Obrigado, gratidão; agradecer. Mahalo nui loa. [mah hah' loh noo'(w)ee loh'(w)ah] Muito obrigado! `Ôlelo mahalo [OH' leh loh mah hah' loh] elogio

Os havaianos dizem que Aloha não pode ser explicado. Para que você entenda o real significa disso que não é apenas uma palavra, é necessário sentir o Aloha.

No dicionário, Aloha tem dois significados principais. O primeiro define Aloha como um cumprimento. Ou seja, você pode dizer Aloha quando for falar ‘oi’ ou ‘tchau’. O segundo define Aloha como o verbo amar, adorar, e o substantivo amado, adorado. Ou seja, a palavra é usada sempre que se desejar expressar o amor. Mais do que uma simples palavra, o Aloha é uma maneira de se viver o “Aloha Spirit”. Esse é um dos ensinamentos da cultura havaiana.

A - AKAHAI, significa bondade, L - LOKAHI, significa unidade, O - OLU`OLU significa agradável, H - HA`AHA`A, significa humildade, A - AHONUI, significa paciência.

O interessante é que o “Aloha Spirit” é tão importante que é uma lei, o “Aloha Spirit Law”. No estatuto havaiano seção 5-7.5 a lei é reconhecida como a filosofia dos havaianos nativos.

Então, da próxima vez que você disser Aloha, somente diga se realmente desejar tudo isso que a palavra significa. Deus coloca oportunidades em nossas vidas que

a princípio aparenta ser pequenas e insignificantes...Mas se sabemos lapida-las, se tornam PRESENTES constantes na vida, e foi em uma dessas que Ele colocou, Naquele sábado... Naquele lugar... Naquele instante... Com aquele som... Com aquele mar... Com aquele sorriso... Com aquela simpátia... Com aquela alegria de viver... Com aquela animação... VOCÊ !

http://delas.ig.com.br
A cultura polinésia ou oceânica ensina que a base de uma vida alegre e saudável consiste em partilhar com outras pessoas o que essa vida tem de sagrado e prazeiroso”,
O mundo do futuro pede de suas criaturas um outro tipo de adaptação: precisamos aprender a colaborar, a compartilhar, a doar. Em resumo: a extrair nossa felicidade da felicidade do outro. Esta é nossa garantia não só de sobreviver como espécie, mas de viver de forma mais saudável e plena como indivíduos
http://br.geocities.com/huna
Amor aumenta quando o julgamento diminui
O mundo é o que você pensa que é.

Ewehe i ka uauma i akea. Abra o peito para que ele seja espaçoso

Mana - Permissão; para que qualquer coisa tenha poder, é necessário que lhe atribuamos este poder que queremos transmitir, isto é, autorizamos que tenha este poder. Isto pode ser feito com pessoas e objetos. Só se consegue isto com a energização do que queremos atribuir poder.
Assim como podemos dar poder, também podemos tirar.
O xamã guerreiro personifica o mal lhe dando poder, aprendendo como conquistá-lo. O xamã destemido tira o poder do mal despersonificando-o e aprendendo sobre ele, conseguindo a harmonia, fazendo assim, que o mal desapareça

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Os Sete Princípios da Huna, como foram ensinados por Jesus de Nazaré
A Huna é uma sabedoria muito antiga da Polinésia e muitos dizem que foi formulada por sábios de Mu, observadores cuidadosos de Deus, do Homem e da Natureza. O mesmo conhecimento tem sido encontrado em diferentes épocas e lugares, inclusive no Evangelho de Jesus de Nazaré.
A seguir, uma relação dos sete princípios da Huna, cada um deles seguido dos dizeres de Jesus que ensinam a mesma coisa que a Psicofilosofia da Polinésia. As traduções para o Inglês são da versão da Bíblia King James, exceto algumas que são da “Amplified Version” (AV). Na tradução para o Português foi utilizada a Bíblia de Jerusalém

A bênção pode ser dada por imagens mentais ou pelo toque, mas a forma mais comum e fácil de se fazer isso é com palavras

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Na Língua Havaiana Aloha significa muito mais do que “alô”, “adeus” ou “amor”. O seu significado mais profundo é: “o alegre (oha) compartilhar (alo) da energia vital (ha) no presente (alo)”.

Á medida que você compartilha esta energia, você se harmoniza com o Poder Divino que os havaianos denominam mana. O uso amoroso desse incrível Poder é o segredo para se obter saúde, felicidade, prosperidade e sucesso verdadeiro.

A maneira de se harmonizar com esse Poder e ter a sua ação a seu favor e é tão simples que você poderia ser tentado a deixa-la passar, por ser muito simples para ser verdadeira. Não se deixe enganar pelas aparências.Esta é a técnica mais poderosa do mundo e embora seja extremamente simples, não pode ser provada facilmente, porque você precisa se lembrar de fazê-la, e precisa praticá-la bastante. Esse segredo tem sido transmitido para a humanidade repetidas vezes e aqui está mais uma vez, sob outra forma.

A fim de se obter o maior benefício possível de uma bênção, vocês terão de desistir ou renunciar à única coisa que a anula: o ato de amaldiçoar. Isto não se refere a palavrões, mas ao oposto da bênção; ou seja, criticar, ao invés de admirar; duvidar, ao invés de afirmar; culpar, ao invés de apreciar; e se preocupar, ao invés de aguardar com confiança. Quando quer que tais atitudes sejam tomadas, elas tendem a cancelar alguns dos efeitos da bênção. Assim, quanto mais vocês amaldiçoarem, mais difícil e demorado será obter bons resultados da bênção. Por outro lado, quanto mais se abençoar, menos mal farão as maldições

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Em primeiro lugar, o foco positivo de sua mente mexe com a força positiva, criativa, do Poder. Segundo, move a sua própria energia para fora, permitindo que uma parte maior do Poder passe através de vocês. Terceiro, quando vocês proferem bênçãos para o benefício de outros, ao invés de o fazerem para si mesmos, há a tendência de se ultrapassar quaisquer medos subconscientes a respeito do que se deseja para si mesmo; e, também, o próprio foco em si sobre os atos de abençoar faz com que o mesmo bem aumente na própria vida. A beleza desse processo é que a bênção proferida em favor de outros ajuda a estes, bem como a vocês mesmos. 
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O espírito de ALOHA é uma referência bem conhecida da atitude de aceitação amistosa pela qual as Ilhas Havaianas são bem famosas. No entanto, também se refere a uma maneira poderosa de resolver qualquer problema, atingir qualquer meta e ainda atingir qualquer estado de mente e espírito que se deseje

Links

Sebastião de Melo

.    Como todo conhecimento antigo, a origem da Psicofilosofia Huna é controvertida, e é vista de forma diferente por vários autores, como:

1.Max Freedom Long: Diz que se originou de um povo que partiu do Egito através do Mar Vermelho, e que, em canoas chegou ao Havaí, por meio de várias viagens.

2.Serge King: Diz que se originou de estelares, os quais vieram da Constelação da Plêiade, tendo um dos grupos se estabelecido na Terra, num continente no Oceano Pacifico, o qual era denominado de Mu e seus habitantes de Povo de Mu. Este continente submergiu e formou-se a Polinésia. Criaram uma língua que é falada em toda Polinésia, com diferentes dialetos.

Define Huna como Conhecimento Oculto, não no sentido de querer se ocultar algo, mas no de se adquirir uma compreensão para percebê-lo.

3. Leinane Melville em seu livro “Children of the Rainbow”, diz que os nativos contavam que seus ancestrais tinham originariamente descido do céu. Os havaianos primitivos eram do Havai’i. Eles haviam nascido no Havai’i no princípio da era humana. De acordo com os antigos cânticos da criação, foram a primeira raça humana a ocupar essa terra.

O povo de Mu era definido pelos tāhuna (tahuna é plural de tahuna em língua polinésia)  como predecessores, pessoas pequenas, que formaram a primeira civilização do mundo; pessoas silenciosas que se moviam quietamente e trabalhavam sem barulho, pessoas reservadas que preservaram o seu conhecimento em silêncio. Referem-se a eles como uma raça de pessoas lendárias, que viveram no Havaí, há muito tempo.

Os homens sábios do antigo Havaí, que criaram o nome Teave, esconderam dentro da sua Huna (abismos profundos) o simbolismo esotérico do seu significado.

Baseado em pesquisas e traduções de cânticos antigos fica claro que a denominação foi criada no continente perdido de Mu, hoje conhecido pelo nome científico de Lemúria.. Eles foram os antepassados dos havaianos de hoje e deram origem à civilização mais antiga do mundo e à sua estrutura religiosa(trecho do livro Children of the Rainbow de Leinani Melville).

Define Huna como “abismo profundo”, isto é, a sabedoria de que eram possuidores os sábios do Antigo Havai’i.

4. James Churchward em seu livro “Continente Perdido de Mu” fala sobre um antigo continente no Oceano Pacífico que era habitado por um povo com uma civilização mais evoluída do que a atual e que submergiu devido a grandes cataclismos por volta de treze mil e quinhentos atrás.

Baseou seus estudos na tradução de escritas em tabuinhas feitas de argila, que encontrou num mosteiro na Índia. A escrita era em uma língua praticamente desconhecida. O monge responsável pela guarda desse segredo ensinou-lhe a língua e traduziram juntos  todas elas.

Posteriormente encontrou em mais de duas mil pedras, escritas na mesma língua e descobertas no México por Nínive, a mesma história das encontradas na Índia. Deu a esse continente o nome de “Continente de Mu” e a seus habitantes o nome de “Povo de Mu”. Não fala especificamente sobre a Huna, mas do conhecimento de um povo muito antigo e evoluído que viveu no Continente de Mu, até sua catástrofe. 

A nosso ver, a teoria de Churchward e Leinani Melville são as que mais se aproximam das lendas havaianas narradas no Tumuripo – O Cântico da Criação -, deixado pelos mestres kahunas. Se bem que, Serge King também fala da origem desse povo como estelares.

  Conceitos Básicos da Huna.

O princípio básico da Psicofilosofia Huna é não ferir, isto é, não causar sofrimento a si mesmo, aos outros e à natureza.

Podemos evitar isso não nos omitindo nas situações que exigem de nós atitudes coerentes, que promovam o nosso equilíbrio e do meio em que vivemos. Não devemos  nos exceder nas ocasiões em que depende de nós um bom senso para que tudo transcorra serenamente. Não podemos permitir que sejamos usados para ações que causem prejuízos por exacerbação das mesmas. Qualquer ação que pratiquemos depende de uma intenção; assim, é a intenção a mãe de todos os problemas e virtudes que acontecem. Concluímos então, que é na intenção que está tudo que praticamos na vida e é nela que devemos focalizar toda nossa atenção para que não caiamos na omissão e no excesso que nos conduzem ao desequilíbrio físico e mental, quando praticamos ações que provocam sofrimento e danos a nós mesmos e em geral.

Assim sendo, é a intenção o alvo do “orai e vigiai” para que possamos crescer e evoluir na constante busca da felicidade. A Huna tem princípios e ensinamentos que nos ajudam nessa busca de uma maneira mais suave e simples, deixando de ser o sofrimento o paradigma de crescimento e evolução.

Para conseguirmos exercer esse princípio básico, se faz necessário o conhecimento dos elementos da psicofilosofia Huna.

1. Na parte teórica nos diz que o ser humano é formado de três espíritos ou aspectos independentes entre si, mas interligados nas ações, quando um depende do outro para se desenvolver e de um corpo físico quando reencarnados.

Existe uma energia que chamamos de “mana” que é o elemento de coesão entre os três, tendo cada um sua própria mana. O corpo é uma imagem manifestada dessa coesão por meio de uma substância, a substância aka.

É a substância básica que permeia todo o universo físico e dela é formada toda manifestação material. Significa luminosa, transparente, sombra, reflexo, espelho e essência. É espelho quando reflete padrões de pensamento nos níveis psíquico e físico. Em relação ao pensamento puro é uma simples sombra. Age como um continente para mana quando formada ou moldada pelo pensamento consciente ou subconsciente.

Com as características refletivas dessa matéria capacitam o xamã havaiano a mudar condições, mudando os pensamentos e as memórias.

Essa substância de origem divina em consonância com a energia mana, torna possível as manifestações. Para que isso ocorra, cada espírito possui um corpo-aka que lhe é peculiar e tem funções determinadas. Sendo a Huna uma teoria de transformações, costumamos denominar cada um desses elementos pelos seus nomes em Língua Havaiana.

Podemos sintetizá-los da seguinte maneira:

Unihipili ou eu básico corresponde ao subconsciente da Psicologia ocidental, mas é diferente. Possui um corpo etérico - kino-aka - e uma energia vital – mana. Sua função principal é a memória e a motivação é o prazer.

Uhane ou eu médio corresponde ao consciente ou ego da psicologia, mas não é semelhante. Possui um corpo etérico - kino-aka – e uma energia vital – mana-mana. Sua função principal é a de tomar decisões e sua motivação é a ordem.

Aumakua ou Eu Superior, corresponde ao superconsciente, fazendo-se uma analogia com a psicologia ocidental. Possui um  corpo etérico - kino-aka – e uma energia vital – Mana-loa. Sua função principal é a criatividade e sua motivação é a harmonia. É o único que está ligado ao corpo físico, mas não faz parte dele.

Quando reencarnado o ser humano possui o corpo físico – kino -.

Esses conceitos chegaram até nós por intermédio dos estudos de Max Freedom Long.

Essa conceituação se sintetiza na prática, no que chamamos de “Prece-Ação”.

Serge King e outros também buscaram na antiga tradição havaiana os elementos teóricos de seus estudos.

Como todo sistema é arbitrário e relativo por ser interpretativo, a Huna também o é. Isso nos dá a liberdade de sermos ou não adeptos dela, conforme a interpretação que damos a esses conhecimentos e ensinamentos.

2. Na parte prática, temos entre outros elementos, a Prece-Ação já citada acima, com a qual obtemos bons resultados. É usada  principalmente, para curas e alívio de qualquer tipo de sofrimento, podendo, no entanto, ser feita para se obter qualquer coisa desejada. Obtém-se resultados eficazes, pelo fato de trazer um enfoque diferente de como se deve fazer uma prece. Isso só se torna possível depois de conhecermos os conceitos da Huna.

A leitura atenta e livre dos Evangelhos nos mostra que esses princípios da Huna não passaram despercebidos por Jesus.

A parte prática da Huna está essencialmente centrada no xamanismo. O xamanismo ensinado pela Huna refere-se ao Xamanismo Havaiano. Tudo começou quando se reuniram grandes mestres kahunas para sintetizarem os ensinamentos em alguns princípios que pudessem traduzir o pensamento e as atitudes que deveriam ter aqueles que se dedicassem a usar a Huna como uma prática de vida.

O termo xamã deriva da Língua Tungue falada na Sibéria e hoje está mundialmente difundido como significando curandeiro.

Em havaiano, segundo Serge King a palavra para xamã é kupua e define xamã como um curandeiro de relacionamentos entre a mente e o corpo, entre pessoas e o ambiente, entre seres humanos e a natureza e entre a substância e o espírito. É um co-criador.

Os mestres kahunas sintetizaram o xamanismo havaiano em sete princípios, aos quais juntaram corolários, atributos, talentos e cores.

3. A mitologia havaiana ensinada pelos kahunas do Antigo Havai’i é constituída por um panteão com doze deuses principais, por uma corte angelical, deuses secundários, heróis e espíritos ancestrais que atingiram alto grau de evolução.

É constituída de sete céus divididos em três planos divinos e quatro espirituais, recebendo os sete a denominação de Po.

A mitologia dá à Huna um sentido místico e religioso. É uma filosofia  de cunho monoteísta apesar dos deuses citados, pois existe a crença em um Ser Supremo (Teave), de quem tudo se originou. É o Pai a que se referia Jesus. Criou o Deus manifesto Tane e a Deusa Na’Vahine. É o Deus Pai/Mãe (Tane/Na’Vahine), o organizador do universo e gerador dos deuses e dos seres existentes manifestados na Terra. O plano das manifestações é chamado de Ao.

Os kāhuna criaram regras e normas disciplinares e possuem um livro sagrado, o Cântico  da Criação o (Tumuripo). Os havaianos até a chegada dos missionários nas ilhas guiavam-se por leis e normas rígidas que eram obedecidas rigorosamente; essas leis e normas estão nos ensinamentos denominados (Kapu).

Leinani Melville traz em seu livro “Children of the Rainbow” um histórico sobre esse povo, seu continente e sobre o povo do Havaí que conhecia sua tradição; seu aprendizado começou na sua infância entre as velhas tutu (velha kahuna), dentre elas sua avó e também, com uma kahuna vidente aprendeu o significado simbólico e teórico, o que passamos a transcrever de seu livro.

Os Mu conheciam sua terra natal por diversos nomes. Havai’i agora pronunciado Hawai’i era apenas um deles. Era às vezes chamado de Havai’i – ti - Havai’i, onde a vida surgiu e se desenvolveu.

Havai’i originariamente, referia-se ao enorme continente que existiu em tempos pré-históricos no Oceano Pacífico e não, ao belo cordão de ilhas esmeraldas que hoje são conhecidas como Ilhas Havaianas.

Foi neste continente perdido, que os extintos Mu viveram. As atuais ilhas, são os antigos picos das montanhas do continente que submergiu, que foi partido em pedaços por terremotos, destroçado por maremotos de vagalhões gigantescos, despedaçado por erupções vulcânicas. A tradição foi passada por alguns habitantes de Mu, que sobreviveram ao  cataclismo que destruiu a antiga civilização. Esses poucos sobreviventes preservaram as tradições de seus antepassados e as passaram para a geração seguinte. Esse costume continuou por séculos, até mesmo por milhares de anos, até que o Capitão James Cook, o navegador Inglês, descobriu os remotos descendentes de Mu, vivendo nas selvas do Havaí.

O Havai’i era às vezes chamado de A Terra de Rua (Ta aina o Rua). Rua significa crescimento e desenvolvimento pelo fogo. O povo de Mu muitas vezes, chamava sua terra natal de Ta Rua ou Rani (buraco, ou cratera do céu). Era mais popularmente conhecida como Ta Rua.

Baseado em pesquisas e traduções de cânticos antigos fica claro que a denominação foi criada no continente perdido de Mu, hoje conhecido pelo nome científico de Lemúria. Aquele continente hoje submerso, era às vezes, chamado pelos antigos havaianos, de A grande ilha escondida de Tane. Mais popularmente era conhecida pelos nomes de Ta Rua ou Havai’i-ti, Havai’i, onde a vida surgiu para a existência e expandiu-se em crescimento. Os primeiros habitantes daquela terra esquecida eram conhecidos como os Mu.

3. Xamanismo Havaiano

O xamanismo havaiano tem crescido principalmente pelo trabalho de Serge King que além de praticá-lo, difundiu-o através de seus livros, palestras e cursos. Mora no Havaí, onde dirige uma Associação Huna denominada Aloha.

Classifica os xamãs havaianos em duas classes:

Xamã Guerreiro e Xamã Destemido, cujos trabalhos estão de acordo com o modo de cada um agir.

Prega a expansão do xamanismo nos centros urbanos procurando levar a um maior numero de pessoas os benefícios advindos da ação desses mestres, a quem chama de “xamã urbano”.

Seu trabalho está baseado no resultado de um conclave de grandes mestres kahunas, verdadeiros xamãs que sintetizaram essa psicofilosofia, usando palavras que quando compreendidas e apreendidas de maneira mística e esotérica promovem ações que refletem em benefícios. São assim descritos:

Os Princípios e Seus Talentos:

1º. Ike - Visão; é uma maneira diferente de se perceber as coisas; é a visão metafísica da realidade.

A visão comum das coisas chama-se Ike Papakahi; é a visão do primeiro nível; nível objetivo.

A visão metafísica chama-se Ike Papalua; é a maneira de se perceber a realidade atuando num segundo nível, de onde se controla o primeiro; é um nível subjetivo.

2º. Kala - Esclarecimento; é a maneira que se tem para agir fazendo com que se consiga claramente a união do seu eu com o universo; é a transformação do homem em um ser holístico.

3º. Makia - Focalização; focalizar em sua mente suas intenções, objetivos, metas e propósitos é uma maneira de se conseguir uma revisão permanente de suas motivações, o que lhe dá maior eficiência em suas ações e uma maior capacidade de frustrações; a focalização de Makia está nos dois  níveis..

4º. Manawa - Presença; sendo o presente o nosso tempo, o aqui/agora e o agora/aqui são situações das quais tiramos todo proveito para nosso entendimento e compreensão e quanto mais atentos estivermos, mais presentes nos faremos e mais frutos colheremos de nossas ações.

5º. Aloha - Bênção; em todas nossas intenções, atitudes e ações, se conseguirmos reforçar o bem presente ou potencial, quer pela palavra, imagem ou ação, poderemos sentir a bondade, enxergar a beleza e apreciar a perícia com que se age; assim, estaremos abençoando. O xamã age de maneira diferente porque é capaz de abençoar o bem potencial através de desejos de sucesso às pessoas a quem se dirige.

6º. Mana - Permissão; para que qualquer coisa tenha poder, é necessário que lhe atribuamos este poder que queremos transmitir, isto é, autorizamos que tenha este poder. Isso pode ser feito com pessoas e objetos; só se consegue isso com a energização do que queremos atribuir poder.

Assim como podemos dar poder, também podemos tirar.

O xamã guerreiro personifica o mal lhe dando poder, aprendendo como conquistá-lo; o xamã destemido tira o poder do mal despersonificando-o e aprendendo sobre ele, conseguindo a harmonia, fazendo assim, que o mal desapareça.

7º. Pono - Tecelão de sonhos; o xamã tece seus próprios sonhos desenvolvendo suas habilidades e assim, poderá ajudar os outros a tecerem seus sonhos. Ele usa essa habilidade para fazer suas curas que têm um sentido diferente das curas comuns. Por exemplo, um massagista, massageando o corpo de um paciente está usando suas mãos para curar o corpo físico do paciente. O xamã massagista, massageando, estará usando o corpo físico como ferramenta para tecer um novo sonho e curar o espírito. São duas situações em que as ações são semelhantes, mas as intenções e atitudes são diferentes.

No primeiro caso, houve uma cura corporal e no segundo, ao tecer um sonho propiciou uma cura física e mental; provocou uma modificação espiritual que manterá o indivíduo com novas intenções e atitudes de vida criando uma nova crença.

Esta situação é eficaz e a eficácia está na capacidade de tecer sonhos do xamã e das mudanças sofridas que manterão o indivíduo com suas novas crenças

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